terça-feira, 3 de abril de 2012

Melodrama antisocial

Anciosa, e Compulsiva pela vida . Porra loca e o Caralho.
No bom sentido, pois não sou vagabunda, mas também nada de santidade por aqui.
Vou de 0 a 100 em um segundo, Sem paciência pra essa frescura da vida moderna, meu negócio e papel e caneta na mão, é ligar pra bater papo, flertar, e viver com o coração na mão.


Quando já não tinha espaço, resolvi mudar.Pequena fui Onde a vida me cabia apertada.
0 Em um canto qualquer.
Sem nada, apenas com a vontade do novo. Acomodei minha dança, os meus traços de chuva.E comecei a me abrir pro mundo. Guardei a tristeza numa caixa embaixo da cama, de vez em quando ela sai de lá e fica a me perturbar junto  com  aquele sentimento de que alguma coisa ainda não está no lugar. Falta algo.
Mas eu não me permito ficar com ela, muito tempo guardo de novo na caixa e saio fora.
O “algo”  uma hora encontro ele perdido por ai.
Vou ali no boteco da esquina, peço uma cerveja e logo tudo começa a fazer sentido novamente. O preço do drink, o bêbado enjoado, a menina dando mole pro coroa, e o garçom discutindo com o gerente.



Cadê todo mundo?
Todo mundo sumiu.

Todo mundo só quer farra, festa.


Vou tentar fazer sinal de fumaça, pra ver se uma dessas Nêgas resolve aparecer.
È sempre assim...
O mundo some quando você precisa dele , ou quando traça novos objetivos. O resto vira o resto.O resto é sem graça, é chulo, é insuficiente, pacato!

Nenhum comentário:

Postar um comentário